Como deixar o seu financiamento imobiliário com parcelas mais leves?

Entrar em um financiamento assusta muita gente. Mesmo que você saiba que mudar de casa vai te trazer um salto em qualidade de vida, e proporcionar tranquilidade e bem estar para você e a sua família, aceitar um compromisso de 20 ou 30 anos causa receio.

Existem muitos mitos sobre o financiamento, viemos esclarecer eles nessa matéria. Por exemplo, mesmo que o empréstimo tenha sido previsto para ser pago em um certo número de anos, não significa que realmente vai demorar tudo isso. Também não significa, necessariamente, que você vai pagar esse valor fixo de parcelas até o fim.

Tem meses que ganhamos mais do que os outros. Com esses recursos extras, existe a possibilidade de ir quitando as dívidas aos poucos. Esse processo chama amortização – que seria um adiantamento do pagamento à instituição financeira, reduzir o saldo devedor do primeiro imóvel.

Em outras palavras, amortizar basicamente é adiantar o pagamento à instituição financeira, reduzindo o saldo devedor do seu primeiro imóvel. A seguir, vamos mostrar como a amortização funciona e como são formadas as parcelas de um financiamento na compra de um primeiro imóvel ou apartamento.

Como que funciona a amortização de um imóvel?

Vamos começar explicando como que funciona as parcelas de financiamento. Cada uma, do início ao fim do prazo, é composta pela parte principal (valor correspondente ao que você pegou emprestado), os juros (o que o banco cobra para emprestar) e os encargos (como seguros e outras taxas consideradas operacionais). Já o saldo devedor, o que você amortiza, é apenas o valor que você pegou emprestado.

Sobre a amortização, o sistema mais usado é a tabela do Sistema de Amortização Constante (SAC). Funciona assim: o valor é amortizado mês a mês, por isso que no início do faturamento, são pagos mais juros que no final. Assim, as parcelas diminuem com o tempo. Por exemplo, se um financiamento começa com uma parcela de R$ 1000 cerca de 50% seriam juros e encargos. Na última parcela, de R$ 500, será necessária uma quantia bem menor – digamos que 5 reais – serão referentes a juros e encargos. Nesse sistema, o valor das parcelas cai de forma gradual. É como se todos os meses você abatesse ou amortizasse cerca de R$ 500.

Ou seja, se por acaso você amortiza o saldo devedor financiamento imobiliário, na prática, você deixa de pagar os juros e encargos que normalmente cairiam sobre a quantia que será amortizada. E como você está quitando sua dívida com a instituição financeira antes do esperado, não será cobrado juros sobre aquela quantia. Essa é sem dúvida a principal vantagem da amortização.

Existe também a possibilidade de utilizar o FGTS na amortização – mas isso só poderá ser feito a cada dois anos. É possível pagar até 80% das 12 prestações que for vencer. Mas apenas se não houver mais de três parcelas em atraso.

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